Antônio de Souza Filho
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Pobre Coração

E com um aceno derradeiro ela se foi
À noite escura tropeçou em mim
O sol que brilhava, murchou,
lentamente se apagou.

Ao léu se foram, nossas cartas,
Nossos beijos e abraços
Todo sonho acabado
Tudo em nós hoje é passado.

Nosso Porto seguro nossa vida
São terminais de consultas inúteis
Não há referências ninguém valida
Tristeza e dor foi o que restou.

Em vão chegam às lembranças
Nem a morte é igual a tanto abandono
Outono e inverno são primaveras
No deserto em busca do sono.

Donde surgiu o grande sinistro
Que hora fatídica essa que marcou
Quanta maldade pra destruir
Os tentáculos de um grande amor.

Não há sons que retine
No silêncio da amargura
Não há voz que ecoe
Na dor da clausura.

Sonetos versos e prosas
Nada mais se ajusta
Desânimo compreensão
Tudo abala o pobre coração.

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Antônio Souza

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Registrando com muito prazer a interação desse grande Poeta e Lenda viva da poesia brasileira. com os agradecimentos de estilo.

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04/06/2019 19:28 - 
POETA OLAVO

Aquela despedida e triste adeus
Para mim foi o fim do mundo
Ela levou todos os sonhos meus
Mas no coração deixou amor profundo.

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176200-mini.jpg?v=1456593281
16/08/2019 00:17 - POETA OLAVO

"Um coração que não sofre
 É um coração sem amor
 É como segredo sem cofre
 Que não protege o confessor."


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Antônio Souza
Enviado por Antônio Souza em 27/04/2018
Alterado em 16/08/2019
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