Antônio de Souza Filho
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Índia

Nas idas noites de academia
Via-me voltar no tempo
Estava sempre vendo
Minha eterna poesia

Via o tempo urgindo todo dia
Em verdadeira maldade
Revivendo um sonho lindo
D’uma era que ela não conhecia

Querência rejeitada sem bravura
Sonhos vivos alados na lembrança
Desejos ardentes saltando
Alucinando a esperança

Se ela soubesse onde viveu
Por onde andou no passado
Se lembraria de mim
Sua paixão seu índio amado

Vários anos se passaram
Todas as noites a queria
Em todas elas a namorei
E ela sequer sabia.

Um dia quem sabe um dia
Algo há de lhe fazer lembrar
Não se pode mexer no tempo
Mesmo que seja para amar

O espírito no amor vagueia
Gira a roda do destino
Soma perdas e vitorias
Mas se rende a quem o amor semeia

Ah! Saudosa e amada índia
Da foz do Iguaçu
De nome estranho e pouca rima
Serei sempre o teu caramuru

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Antônio Souza


 
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Registrando com muita alegria a interação do nobre Poeta:

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04/06/2019 13:52 - 
POETA OLAVO

Nunca vou deixar de lembrar
Da minha índia cor de mel
O seu corpo moreno ao luar
Colocou-me perto do céu. 

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António Souza
Enviado por António Souza em 29/04/2018
Alterado em 29/07/2019
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