Antônio de Souza Filho
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Amor distante

Quando se ama alguém distante
A saudade é como pingo d'água
Num barril gigante
Cada gota é uma explosão
Que dilacera o coração

Os dias são infindos
As tardes caem sem graça
Sequer saúdam as noites
Lentamente tudo passa
As lembranças são acoites

Sempre existe a ilusão
De ver chegando o distante
Com sorriso bem grandão
Para acalmar o coração

Quando se ama quem longe está
Embora doa,
Nada resta
Senão esperar e acreditar
Que o tempo voa
António Souza
Enviado por António Souza em 30/06/2018
Alterado em 15/07/2018
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