Antônio de Souza Filho
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O Silêncio da tarde 

Algo me invade e me desatiça
Em líricas tardes tristes assim
Como pássaros cansados
Em busca de um jardim
 
Anjos do infinito num canto manso
Passeiam nas nuvens do meu céu
De lá apontam para seus manos
A melhor torre para o bom descanso
 
Numa avalanche de desejos
Coisas medonhas me sucedem
Suspiros que vem d’alma
O seu amor me pedem
 
No meu peito chora a tristeza
Da tarde fria sem braço quente
O chegar da noite me apavora
Por estares sempre ausente
 
Demoro-me o que posso
Nas ruas na noite nos bares
Fico por ai a vagar
Até a madrugada chegar e sonhar
 
Sonhar com os seus encantos
Sua doçura que tão bem me faz
Espera inútil eu sei
Fostes e não virás jamais

 

 
António Souza
Enviado por António Souza em 17/09/2018
Alterado em 25/09/2018
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