Antônio de Souza Filho
Meus Escritos
CapaCapa
Meu DiárioMeu Diário
TextosTextos
ÁudiosÁudios
PerfilPerfil
Livros à VendaLivros à Venda
ContatoContato
Textos


Minha alacridade
 
Há em mim uma sede
Ardente de te ver
Um paladar perene
De sempre te querer
 
Sinto por ti vontades
Que me cega a compostura
Querer-te é como sina
De algo que não tem cura
 
O meu tempo é tomado
Por lembranças tuas
Vivo andando nas ruas
Pensando estares ao meu lado
 
És para mim a alegria
Da manhã ensolarada
Queima-me todo dia
Faz-me fogo até a madrugada
 
O meu peito é um jardim
Com um poço de saudades
Brotam flores de esperança
De voltares para mim
 
Tudo que faço penso em ti
E morro de saudade
Faze-me tanta falta
Meu amor minha alacridade

=====================
Interação magnânima do Mestre, Poeta Olavo, com meu respeito e admiração.

"SAUDADES... QUEM NÃO AS TEM? // SAUDADES... DE ONDE VENS? // SE ATÉ DA PRÓPRIA SAUDADE... // EU SINTO SAUDADES TAMBÉM..."
=====================
 
António Souza
Enviado por António Souza em 22/01/2019
Alterado em 28/01/2019
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Antônio Souza - www.antoniosouzaescritor.com). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.


Comentários

O Enigma de Esmeralda R$29,90
Site do Escritor criado por Recanto das Letras