Antônio de Souza Filho
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Insegurança e medo
 
A noite esconde tantos lobos
O silêncio acolhe o segredo
As ruas não é mais de todos
Portas se fecham com medo

São histórias de triste enredo



A mocinha é vilmente abusada
Assiste-se tudo da calçada
A segurança é uma fachada só 
A grã-fina foge mas é assaltada 
O comando é pra matar sem dó



Que tempos de horror
Dá medo viver assim
Pra onde estamos indo
Parece filme de terror



Não há lugar seguro acredito
Na Cidade nem no campo
Nem pro pobre nem pro rico 
Todos sufocam o mesmo grito



A vida é como as ondas do mar
Assim como chega se vai
Alegrias e tristezas a  esperar



É a roleta da vida girando
Uns alegres vivem sorrindo
Outros tristes chorando
E assim nós vamos indo

Sem saber até quando



É preciso coragem pra viver
Precisamos ser fortes e entender
A árvore forte não pode morrer
Se alguns galhos vir a ceder

 
________________
Agradecimentos:
Honrosa interação do Mago das Letras: Mestre Jacó Filho que muito nos alegra. Forte abraço querido Poeta!


A morte que nos espreita./ Pode vir de mil maneiras./ Ao tempo desta peneira,/ Toda alma é sujeita...///
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António Souza
Enviado por António Souza em 19/02/2019
Alterado em 20/02/2019
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