Antônio de Souza Filho
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Desânimo
(Poemas/Tristezas)
 
Não sei mais o que me importa
O que me agrada e me entretém
Um fisgo de fuga em pedra morta
Meu sangue não mais me detém
 
Sinto que a magia d’minha  vida
Aos poucos pra outro lado se dirige
Parece estar cansada dessa lida
Algo que me cega e nada exige
 
Um desânimo surdo me dribla
Ataca Minh ‘alma e me derriba
Sinto-me num mundo totalmente
Triste envelhecido e sempre ausente
 
Os meus olhos já não veem mais belezas
Estão sempre úmidos e sem brilho
Meu coração é um cemitério de tristezas
Tudo que amo está saindo do trilho
 
Não vejo mais graça em tudo que amava
Meus estímulos cegos não reagem
Perdi tudo que antes me alegrava
Perdi a motivação minha blindagem
 
Até quando e onde isso vai eu não sei
Canções e poemas tristes me perseguem
É só o que sai de mim ainda que minta
Parece-me que triste pra sempre serei
 
Minha filha era a flor mais linda do meu jardim
Briguei com ela a magoei até lhe fiz chorar
Agora eu não sei o que faço de mim
Uma ilusão triste eu vi morrer no seu olhar...
 
Mas se ela me perdoar pelo ao menos acenar
Vou ficar tão feliz vou fazer juras que nunca fiz
Minha vida terá outro céu novo sol irá brilhar
E com ela nunca mais eu vou brigar
 
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Antônio Souza
(Poemas/tristezas)
 
 
www.antoniosouzaescritor.com


Agradecendo pelas interações dos Poetas amigos:
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01/06/2019 00:05 - POETA OLAVO
 
Fico triste pela sua tristeza
E alegre por sua poesia
Que sua vida volte à beleza
Das cores se abrindo ao dia.
Não há mal que sempre dure
Que o nosso perdão não cure
Então corra e não desanime
Pois amor de pai não é crime.

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02/06/2019 12:45 - marciusantos
 
Tão natural é este confronto
Entre pai e filha na convivência
É a dinâmica, nada está pronto
Prevalece a velha e boa experiência.

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02/06/2019 13:55 - Jacó Filho
 
Eu vi a vida passar,
Pela janela do trem,
Que me leva pro além,
E sem chance de voltar.
 
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António Souza
Enviado por António Souza em 31/05/2019
Alterado em 02/06/2019
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