Há em mim uma sede Ardente de te ver Um paladar perene De sempre te querer
Sinto por ti vontades Que me cega a compostura Querer-te é como sina De algo que não tem cura
O meu tempo é tomado Por lembranças tuas Vivo andando nas ruas Pensando estares ao meu lado
És para mim a alegria Da manhã ensolarada Queima-me todo dia Faz-me fogo até a madrugada
O meu peito é um jardim Com um poço de saudades Brotam flores de esperança De voltares para mim
Tudo que faço penso em ti E morro de saudade Faze-me tanta falta Meu amor minha alacridade
===================== Interação magnânima do Mestre, Poeta Olavo, com meu respeito e admiração. Deponho gratidão!
Saudades... quem não as tem?
Saudades... de onde vens?
Se até da própria saudade...
Eu sinto saudades também...
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Tudo que olho enxergo você
Que não sai do meu pensamento
Mesmo estando longe é um prazer
Abraçar tanto esse sentimento.